Um Verdadeiro Paraíso Perdido no Atlântico

"...POR ISSO EU SOU DAS ILHAS DE BRUMA ONDE AS GAIVOTAS VÃO BEIJAR A TERRA..."

Seguidores - PRESENÇA NECESSÁRIA PARA CAMINHAR...

PRESENTES DE AMIGAS

PRESENTES DE AMIGAS
SELINHO DA DINDA PARA MIM

quarta-feira, 13 de abril de 2011

ROUPINHAS DA BARBIE - OLHA A BONITINHA QUE A IEDA ME DEU

ROUPINHAS DA BARBIE - VERDINHO COM CACHECOL E GORRO

ROUPINHAS DA BARBIE - VERMELHO, BRANCO E AZUL

ROUPINHAS DA BARBIE - OUTRA SAINHA RODADA

ROUPINHAS DA BARBIE - SAINHA RODADA

ROUPINHAS DA BARBIE - XALE AMARELINHO

ROUPINHAS DA BARBIE - AMARELINHO COM XALE

ROUPINHAS DA BARBIE - IEDINHA COM GORRO E BOLSA

ROUPINHAS DA BARBIE - IEDINHA COM ROUPINHA AZUL

PRESENTE DE MINHA AMIGA IEDA ´UMA BARBIE COM CABELO BOM!!!


IEDA É MUITO PERSPICAZ. QUANDO ME VIU ÀS VOLTAS COM MANEQUIM PARA PROVA DE ROUPINHA DE BARBIE, MUITO DELICADAMENTE ME FEZ ESTA DOCE SURPRESA.

FLORBELA ESPANCA

Eu queria mais altas as estrelas,
Mais largo o espaço, o Sol mais criador,
Mais refulgente a Lua, o mar maior,
Mais cavadas as ondas e mais belas;
Mais amplas, mais rasgadas as janelas
Das almas, mais rosais a abrir em flor,
Mais montanhas, mais asas de condor,
Mais sangue sobre a cruz das caravelas!
E abrir os braços e viver a vida:
— Quanto mais funda e lúgubre a descida,
Mais alta é a ladeira que não cansa!
E, acabada a tarefa... em paz, contente,
Um dia adormecer, serenamente,
Como dorme no berço uma criança

terça-feira, 12 de abril de 2011

ROUPINHAS DE BARBIE - receita de crochê do vestido longo (branco ou verde)

ROUPINHAS DA BARBIE -

BUSTIÊ CANELADO
Altura – 2º0 corretinhas em canelado
Para dar largura no busto aumentrar nos lados 1 ponto 2 vezes
Fazer 24 canelados
alça – 15 correntinhas
Para o cós – cordão duplo com 100 correntinhas

MÃOS PARADAS

MÃOS PARADAS



(Sala de aula. Colônia dos Pescadores. Agosto de 91.
Motivação: Pedi para os meus queridinhos da 5ª C se deterem longamente na contemplação da própria mão.)
MÃOS PARADAS

Mão mirrada pelo tempo.
Pelo uso.
Pelas descobertas.
Havia em seu movimento um estranho bailado.
Bailado, brincadeira, passatempo...
Não sei.
Juntavam-se na tentativa de segurar o efêmero.
Escondiam um segredo.
Teciam fantasias de fios.
Espreguiçavam-se na borda da janela.
Levantavam-se em sinal de espanto.
Tinham tanta eloqüência.
E um dia ficaram paradas, no ar, para sempre.

As mãos de minha avó.

CARAGUÁ – Agosto/1991

MEUS ESCRITOS - BRINCANDO DE ESCREVER

PINGOS

(Os alunos escreviam, tendo como fundo musical áreas cantadas por L.Pavarotti)
E EU, NO FUNDO DA SALA , TAMBÉM BRINCAVA DE ESCREVER...


Palco.
Luzes.
Sons.
A dança dos segundos.
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Ribalta.
E lucevan le stelle
Rodopia na ponta dos pés
Uma interminável multidão de cegos.

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Na tua mão
Feito picadinho de papéis velhos.
A mais linda história de amor.

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Nesga de azul.
Nesga de sol.
Janelas de concreto.
Teu olhar.
Meu coração.

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Telhados vãos.
Desvãos do tempo
Destempero.
Gotejantes luzes.
Tangentes frestras.
Cicatrizes.
Hipérboles.
Questões do tempo.

Vertentes da paixão.escarpas do medo.
Sepulcro.
Silêncio.

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Ay mya señor,
Ya m’olvidey
D’aquel tempo.
Desvanida estabas
Enlumbrada d’anelos

Ay, mya señor,
Ya m’olvidey
D’aquelas horas,
Semillas de viento
Por el aire de tus ojos.

(frustrada tentativa de cantiga de amor)


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Sementes de vento
Bordam crinas nas pontas do álamos.
Alados cavalos ao vento.
Catedrais de águas turvas.
Voltas.
Revoltas.
Miolo desfeito.
Pérolas perdidas.
Ai de mim sem mim.


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Vi-te, vida.
Vîte, vida!
Sopra em mim
O que de mim resta.

Vi-te, vida.
Vîte, vida!
Consome o que de mim resta.

Vi-te, vida.
Vîte, vida!
Resta em mim

(vîte – francês= depressa)

LUAR DE LUARA

sábado, 9 de abril de 2011

ROUPINHAS DA BARBIE - TUBINHO - DE COSTAS-CACHECOL E CHAPÉU

ROUPINHAS DA BARBIE - CONJUNTINHO VERMELHO

ROUPINHAS DA BARBIE -OUTRO TUBINHO DE TRICÔ

ROUPINHAS DA BARBIE -

ROUPINHAS DA BARBIE -OUTRO TUBINHO DE TRICÔ

ROUPINHAS DA BARBIE - TUBINHO COM CHAPÉU E XALE

ROUPINHAS DA BARBIE -TUBINHO

terça-feira, 5 de abril de 2011

ROUPINHAS DA BARBIE -LILÁS, BABADOS....

ROUPINHAS DA BARBIE -

ROUPINHAS DA BARBIE - LILÁS - REPETINDO PARA APRENDER...

ROUPINHAS DA BARBIE - VERDDINHO - QUE CALOR!

ROUPINHAS DA BARBIE - VERDINHO E CHAPÉU

ROUPINHAS DA BARBIE - ROSINHA COM XALE

ROUPINHAS DA BARBIE - ROSINHA CHARMOSO

ROUPINHAS DA BARBIE -

ROUPINHAS DA BARBIE - VERDINHO FRENTE ÚNICA

ROUPINHAS DA BARBIE - CONJUNTINO SOCIAL

ROUPINHAS DA BARBIE -

ROUPINHAS DA BARBIE - 05/04/2011

domingo, 3 de abril de 2011

VIAGEM PARA O SUL DE MOTO HOME

Saída do camping de Blumeneau ás 9 horas e chegada à Baía de São Miguel às 13 horas. Encostamos no parque onde está a Casa dos Açores. Enquanto a turma foi até à praia, fiz um miojo ultra-rápido. Visitamos o museu, mas tem pouca coisa que lembra os Açores. É um casarão triste e “pesado”, melhor,
“carregado”* Saí “carregada”. Chegamos ao camping Trilha do Sol do SERTE (Sociedade Espírita de Recuperação Trabalho e Educação) às 16:30
horas. De noite tive ameaço de desidratação que se prolongou até o dia 10. Fiquei de molho o dia todo.
Hoje, 11 de janeiro, é domingo. Todos foram para a praia e acabei de preparar o almoço. Ainda não estou muito legal. De noite foi um fuzuê. Pernilongo, flit, falta de ar, insônia. Um bicho! Que bicho? Deve estar dentro do trailer. Onde? No armário, no fogão, em cima, embaixo, fora. Sei lá...tem alguma coisa “chorando”. De repente parou. Até agora não descobrimos o que foi.
Há no camping uma turma de argentinos. O Maurício e o pai jogam bola com os molequinhos que chamam o Maurício de Pêlê. Precisava ver o negrinho de vermelho da cabeça aos pés. Camisa vermelha do Internacional, meia vermelha, short vermelho. Parecia um saci...
Devemos sair, se Deus quiser, amanhã para o Morro dos Conventos, isto é, se a gente não passar a entrada de novo. O pessoal ( administração do camping) é espírita. Mantêm uma creche de 130 crianças e um asilo de 60 velhinhos. Trabalham paca!
Saída do camping Trilha do Sol: 12 de janeiro, 9:45 – Vamos com Jesus.
“Pretendemos” visitar algumas praias da Ilha de Santa Catarina.
Saída de Florianópolis – km 41.096.
Paramos num lugar de onde se avista a Lagoa da Conceição,. Linda! Numa barraquinha renda de bilros e uma rendeira. Vamos agora procurar Ribeirão da Ilha que tem um museu onde se encontram elementos da colonização açoriana. Você viu? Nem eu. Mais uma vez passamos a entrada. A placa indicava “entrada à esquerda” e “aalguém passou reto. Aí eu pensei: “Acho que eles está cheio de história dos Açores” e por issso não fiz referência à tal entrada. Vamos em frente. A macacada está com fome. Antes de sairmos do camping fiz arroz e já tenho feijão temperado. Paramos numa prainha – Enseada do Brito – Parece a praia do Corsário em Ubatuba, só que mais simples.  Lá vou eu para a cozinha e eles para o mar. Oh vida!, oh dor! Suco, salada de tomate e cebola, ovos mexidos , arroz e feijão. Assim, não mais que de repente, está pra lá de bom. Enquanto a turma comia, fui dar um sondada. Esta praia também foi habitada por açorianos. As marcas são patentes e uma senhora confirmou. Barracos de pescadores quase rente à água. uma baía linda, simples, silenciosa. Sentei numa pedra. De repente estava voltando trinta anos no tempo. Acho que estou ficando velha. Continuamos.
Agora estamos parados num posto, onde, graças a Deus, conseguimos comprar um pneu novo. Estão calibrando os outros. A criançada está vendo uns “ancestrais” trancados numa gaiola, aqui no posto. Eta macaquinhos sem graça. Não sei por quê, mas não gosto destes bichinhos.
Já é um pouco tarde. Acho que vamos parar em Laguna. Depois confirmo..
Chegada a Laguna – 18 horas.
Morro dos Conventos – 20:30 horas.

VIAGEM PARA O SUL DO BRASIL

6 de janeiro de 1987
Estamos  ainda no Camping Municipal do Mirante em Joinville.
Estou preocupada. Acho  que a família está querendo se descartar de mim: programaram uma caminhada até o mirante- 2 km de ladeira. E lá vamos nós. Primeiros 300 km, o chefe: “Você não vai agüentar. Vamos voltar. Ih! Já vai sentar?!...” E assim por diante. E lá vou eu. Subindo em zique-zague. Suadouro. Vou tirar a roupa! Não vai dar. Chegamos. Chegamos nada! Temos que subir 70 degraus de uma escada em caracol que trepida. Guilherme! Eu também tenho medo de escada! Quero a minha mãe!
Do alto vê-se a baía de são Francisco e toda a cidade. Bonito. Mas a vista de Caraguá, do mirante da serra é muito superior.
Vamos descer. E o meu joelho agüenta? Vamos ver. Chegamos ao camping depois de duas horas – ida e volta. As crianças forma para a piscina. Almoço. Vou ler embaixo de uma grande goiabeira perto do lago. Calma, patos nadando, Erico Veríssimo – Um Certo Capitão Rodrigo. Que delícia! Todos na piscina.
Trailer aberto. Cadê a carteira do pai? Procura, revira, comunica ao camping. Guardei no calça. Não está. Roubaram. E agora, meu Deus. Comecei a passar mal. De repente a Maísa achou num lugar que o senhor Geraldo não sabia que tinha guardado.
À tarde fomos passear na cidade. Bastante comércio. Gente tranqüila, muitas flores nas casas. Prédios, casas comerciais e residências tipo alemão. Sente-se que é outra civilização.precisaríamos de mais tempo para perceber melhor.OK
7 de janeiro de 86
Vamos sair do campingo para a cidade, rumo à Baía de São Francisco. Km 40.672
Saída 11:12 até a cidade
Saída da cidade 13:00 horas.
Íamos para a Baia de São Francisco, mas passamos a entrada. Bem que eu falei, mas não me quiseram ouvir.
Agora o jeito é ir até Camboriú, pois é lá que se encontram campings.
8 de janeiro de 87.
Eu disse Camboriú? Nada disso. Estamos agora em Blumenau. Passamos primeiro em Itajaí. Rio bem largo e a cidade fica praticamente no mesmo nível. Por isso deve haver enchentes freqüentes. Antes de chegar a Blumenau passamos por Gaspar, idade pequena, mas simpática.
Acamapamos no Camping Municipal. 10 cruzados por pessoa. Tem borrachudo. E lá vamos nós temperados com óleo e vinagre. De repente cai um temporal. As barracas ficam no escuro. Algumas caem, outras ficam com tudo alagado. Que calor horrível! Pra melhorar   fiz uma sopa de ervilha. Volta a luz. Vamos tomar banho e dormir.
Já tomamos café. São 11 horas e iremos de ônibus até a cidade comprar umas camisetas nas lojas Hering. Credo! Parece que estamos no Uruguai. As balconistas atendem em espanhol. Muito movimento. Não gostei.
Almoçamos num restaurante vegetarianao- Sol Nascente. Melhor do que o de Joinville. Voltamos para o camping. Blumenau é uma linda cidade só que impiedosamente invadida por turistas.
09 de janeiro de 1986
Saída do camping de Blumeneau ás 9 horas e chegada à Baía de São Miguel às 13 horas. Encostamos no parque onde está a Casa dos Açores. Enquanto a turma foi até à praia, fiz um miojo ultra-rápido. Visitamos o museu, mas tem pouca coisa que lembra os Açores. É um casarão triste e “pesado”, melhor,
“carregado”* Saí “carregada”. Chegamos ao camping Trilha do Sol do SERTE (Sociedade Espírita de Recuperação Trabalho e Educação) às 16:30
horas. De noite tive ameaço de desidratação que se prolongou até o dia 10. Fiquei de molho o dia todo.
Hoje, 11 de janeiro, é domingo. Todos foram para a praia e acabei de preparar o almoço. Ainda não estou muito legal. De noite foi um fuzuê. Pernilongo, flit, falta de ar, insônia. Um bicho! Que bicho? Deve estar dentro do trailer. Onde? No armário, no fogão, em cima, embaixo, fora. Sei lá...tem alguma coisa “chorando”. De repente parou. Até agora não descobrimos o que foi.
Há no camping uma turma de argentinos. O Maurício e o pai jogam bola com os molequinhos que chamam o Maurício de Pêlê. Precisava ver o negrinho de vermelho da cabeça aos pés. Camisa vermelha do Internacional, meia vermelha, short vermelho. Parecia um saci...
Devemos sair, se Deus quiser, amanhã para o Morro dos Conventos, isto é, se a gente não passar a entrada de novo. O pessoal ( administração do camping) é espírita. Mantêm uma creche de 130 crianças e um asilo de 60 velhinhos. Trabalham paca!
Saída do camping Trilha do Sol: 12 de janeiro, 9:45 – Vamos com Jesus.
“Pretendemos” visitar algumas praias da Ilha de Santa Catarina.
Saída de Florianópolis – km 41.096.
Paramos num lugar de onde se avista a Lagoa da Conceição,. Linda! Numa barraquinha renda de bilros e uma rendeira. Vamos agora procurar Ribeirão da Ilha que tem um museu onde se encontram elementos da colonização açoriana. Você viu? Nem eu. Mais uma vez passamos a entrada. A placa indicava “entrada à esquerda” e “aalguém passou reto. Aí eu pensei: “Acho que eles está cheio de história dos Açores” e por issso não fiz referência à tal entrada. Vamos em frente. A macacada está com fome. Antes de sairmos do camping fiz arroz e já tenho feijão temperado. Paramos numa prainha – Enseada do Brito – Parece a praia do Corsário em Ubatuba, só que mais simples.  Lá vou eu para a cozinha e eles para o mar. Oh vida!, oh dor! Suco, salada de tomate e cebola, ovos mexidos , arroz e feijão. Assim, não mais que de repente, está pra lá de bom. Enquanto a turma comia, fui dar um sondada. Esta praia também foi habitada por açorianos. As marcas são patentes e uma senhora confirmou. Barracos de pescadores quase rente à água. uma baía linda, simples, silenciosa. Sentei numa pedra. De repente estava voltando trinta anos no tempo. Acho que estou ficando velha. Continuamos.
Agora estamos parados num posto, onde, graças a Deus, conseguimos comprar um pneu novo. Estão calibrando os outros. A criançada está vendo uns “ancestrais” trancados numa gaiola, aqui no posto. Eta macaquinhos sem graça. Não sei por quê, mas não gosto destes bichinhos.
Já é um pouco tarde. Acho que vamos parar em Laguna. Depois confirmo..
Chegada a Laguna – 18 horas.

sábado, 2 de abril de 2011

VIAGEM PARA O SUL DE MOTO HOME - FIM DE LINHA

Chegada a Blumeneau – 27 de janeiro – 21:05. Quase 500 km.
Paramos em Blumeneau porque não dava mais. Dez horas de viagem, praticamente direto, é fogo!
Incrível a paisagem física e humana da serra. Em direção a Vacaria. Duas enormes encostas verdes, cheias de parreiras, tipos italianos, uvas deliciosas – e baratas – e embaixo o Rio das Antas.
Vacaria não tem muita graça. Parece Socorro de novo. Estamos com pouco dinheiro. Em Vacaria não tem banco eletrônico. Vamos rapidinho ou, como dizem os gaúchos, ligeirinho para Lages. Não conseguimos chegar antes de o banco fechar. Vamos assim mesmo para Blumeneau.
Graças a Deus chegamos.
Conseguimos falar com a Márcia. O Rafa não está bem. Não vejo a hora de chegar. Tinha intenção de passar em São Fancisco do Sul, mas todo mundo está querendo voltar para Caraguá. Ainda não sei o que vamos fazer.
Já almoçamos. O pai foi até a cidade tirar dinheiro. Eu estou sentada perto de uma cachoeira que tem um barulhinho delicioso.
Amanhã devemos ir até a cidade dar mais umas voltas. Pena que tudo já está acabando.
Os nossos vizinhos do camping são do Bairro Assunção. Que coincidência. O administrador do camping é alemã, quer dizer, pensei que fosse porque tem um sotaque bem acentuado. Que nada!O senhor é alemão – perguntei. Não, sou do quarta gerraçon. Que incrível ! esta raça não se mistura mesmo. E assim vai a unidade nacional.
Estou levando mudas de hortênsias de Flores da Cunha. Espero que resistam a esta viagem.
A montanha não me fez muito bem. Aqui é mais baixo, sinto-me outra pessoa, até o humor melhorou.
Saída de Blumeneau – 28 de janeiro – 8:00 horas – km 42.576.
29 de janeiro – chegada a Joinville – 14:10
Passamos por São Francisco do Sul – km 42.800
200 km – 6 horas
saída de Joinville – 28 de janeiro – 7:15
Rumo Curitiba – kmm 42.800

E lá vamos nós de novo. Resolvemos passar por São Francisco do Sul, antes de Joinville. Que coisa! Nunca que a gente chega..
De repente estamos na ilha. Mas como? Que cazzo!. Não passamos por nenhuma ponte. Não sei, mas pela descrição no guia séi que já estamos na ilha. Ruas estreitinhas, construções açorianas, mas como o astral está baixo, nem insito para ver velharia como dizem.
Cadê as praias. Mais de 16 km. Vamos até à praia de Ubatuba que semelhante às de ubatuba não tem nada.
A baía é bonita, mas a água é da cor de coca-cola. Nem desci do trailer. Esquentei a comida e lá vamos para Joinville.
Que calor! Oh cidadezinha quente! Chegamos às 2 horas . vamos dormir e sair cedo.
Acordei às 5 horas. Levantei-me às 6 para fazer café e o almoço para a estrada. Pretendemos chegar ainda hoje, se Deus quiser a Peruíbe.
Estamos parados na estrada. Máquinas na pista.
A serra está linda, colhada de quaresmeiras. Está uma fila enorme, mas o jeito é esperar.
Não vejo a hora de ver o meu “Pedro Henrique” – acho que é o Rafael, mas não me lembro o motivo deste nome.
Que saudades do meu bichinho!
Vamos dormir em Peruíbe. Chegando lá, o pai foi tentar localizar o Sr. Oscar da Federação. Mas não conseguiu.
Acampar? Não. Está chovendo muito. Vamos continuar.
O pessoal já almoçou na estrada, num acostamento. Macarronada com atum, muzzarela e de sobremesa, abacaxi em calda. Que mais?!
O jeito é ir em frente. A Pedro Taques está interditada. Santos é a única opção. Que trânsito...
Graças a Deus conseguimos entrar em Cubatão.. esta região não dá sorte mesmo. O pneu está murcho. Entrou um parafuso. Como? Sei lá.,.. coisas daquém e dalém.
O jeito é trocar. Tudo bem. Agora estamos na borracharia. Não sabemos ainda onde vamos dormir. Estamos longe de casa e não queremos, isto é, não quero fazer a estrada (serra) de noite. Doo vedremo.
Até parece que a minha vontade tem alguma importância.
Terrível – perigosa – a estrada da serra de noite. 10 km por hora. Será que nós chegamos? A turma está apavorada, portanto, aquele silêncio, graças a Deus.
Ao anoitecer a vista das nossas praias é algo deslumbrante.. não existe nada semelhante no sul. Estamos quase chegando. Paramos em São Sebastião para comprarmos alguma coisa para jantar. De repente, a Márcia só tem pão duro. 22 horas. 3o de janeiro.
Chegamos, graças a Deus. Avenida Mato Grosso, 443 – Indaiá – Paraíso. Minha casa, minha casinha, um peido pro rei, outro peido pra rainha.
E ainda por cima tem Rafa no portão!!!
Que Rio Grande, que nada!
Aqui é o meu refúgio, pelo menos, por enquanto.

Agora, aqui pra nós:
Outra viagem nas mesmas condições, NEVER MORE!!!!!!!!!!!!!

sexta-feira, 1 de abril de 2011

preços de roupinhas de barbie

GOSTARAM DAS ROUPINHAS?JÁ FIZ UMA PORÇÃO
1 -VESTIDINHO SIMPLES, SEM ACESSÓRIOS - DEZ REAIS
2 -VESTIDINHOS LONGOS -VINTE REAIS
3 -VESTIDINHOS CURTOS OU LONGOS COM VÁRIOS ACESSÓRIOS - VINTE E CINCO REAIS

ESTOU POSTANDO AGORA UM DE CADA VALOR:

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SALVAÇÃO

SALVAÇÃO
SURSUNM CORDA! (erguei os corações ao alto)