VIDA
(Sala de aula. Colônia dos Pescadores. Agosto de 86.
Imagem sugerida: ondas)
Ondas. Vagas.
Marulhar fecundo dos meus sonhos.
Vogam à tona restos de uma ilusão quase realidade.
Buscam a praia meus destroços.
Náufraga. Quase morta.
Um vento forte joga minha vontade para uma praia-sonho.
Revolve-se na praia a saudade de um tempo perdido.
De repente o sol afugenta a fantasia.
Passa um pesqueiro.
O homem persistindo na vida.
E SE O MEU CORPO EMBARCAR PARA OUTRO MUNDO DISTANTE, A MINH'ALMA HÁ DE SANGRAR PRESA AOS CASTELOS DE ESPUMA QUE EU CONSTRUÍ JUNTO AO MAR NAS MINHAS A ILHAS DE BRUMA.
Um Verdadeiro Paraíso Perdido no Atlântico
"...POR ISSO EU SOU DAS ILHAS DE BRUMA
ONDE AS GAIVOTAS VÃO BEIJAR A TERRA..."
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PRESENTES DE AMIGAS

SELINHO DA DINDA PARA MIM
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
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SALVAÇÃO

SURSUNM CORDA! (erguei os corações ao alto)
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